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As informações sobre o derramamento em Frade são divergentes
A Polícia Federal brasileira na quinta-feira começou a investigar um vazamento de petróleo em um campo offshore operado pela Chevron Corp de San Ramon, um vazamento que um grupo ambientalista alega ser muito maior do que a empresa declarou.
Fabio Scliar, diretor da divisão da Polícia Federal de assuntos ambientais, disse ao serviço de notícias do governo Agência Brasil que a sua divisão começou a olhar para as causas ea extensão do derrame.
No site da TV Globo G1 Scliar disse que os técnicos que ele enviou para o campo offshore voltaram com informações que conflitavam com o divulgado pela Chevron.
Scliar disse que só viu um navio a ser utilizado na limpeza, enquanto a Chevron disse que havia 18 sendo usados em um sistema de rodízio. Sem entrar em detalhes, ele disse que também houve informações conflitantes sobre o tamanho do vazamento.
A Chevron afirmou que o derramamento de óleo foi entre 400 e 650 barris de petróleo, mas que a empresa tinha contido o vazamento. A empresa disse em um comunicado quinta-feira que "as operações de cimentação estão ocorrendo como parte de atividades ... de tampar o poço."
Chevron disse que o óleo na superfície do oceano tinha sido "substancialmente dissipado" e que a mancha havia caído para "menos de 65 barris." (sic)
O empreiteiro de perfuração para o poço é a Transocean (conforme os boatos mencionados ontem afirmavam) - a proprietária da plataforma Deepwater Horizon que a BP alugou no Golfo do México no ano passado, e que causou o maior derramamento de petróleo da história dos EUA.
Ana Carolina Oliveira, porta-voz do regulador de petróleo do Brasil, a Agência Nacional do Petróleo, disse que cerca de 1.000 barris vazaram para a superfície e que ainda não estava claro se o vazamento foi contido.
"Nós deveríamos saber até sexta-feira", disse ela.
O SkyTruth, um grupo sem fins lucrativos que utiliza imagens de satélite para detetar problemas ambientais, disse em seu site o derramamento de óleo estendido 918 milhas quadradas e que a taxa de vazamento a partir de terça-feira foi até pelo menos 3.738 barris por dia. (esta também é uma das notrícias, sem confirmação aqui no Brasil, que circulavam ontem na internet)
A Chevron disse em seu comunicado que "continua a informar detalhadamente e trabalhar com agências do governo brasileiro e parceiros da indústria em todos os aspectos deste assunto."
"Se a Chevron não está fazendo o que deveria (para conter o vazamento), será severamente punida", disse o ministro de Minas e Energia Edison Lobão. (como?)
O poço faz parte do projeto Frade operado pela Chevron, localizado 3800 pés abaixo da superfície da água etc...
(Conforme comentamos ontem, a disparidade de informações é tão grande, que fica difícil saber qual é a realidade)
http://www.sfgate.com/cgi-bin/article.cgi?f=/c/a/2011/11/17/MNOO1M0O0T.DTL
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