PDVSA se distancia do empresário da maleta com $800.000
O ministro da energia e presidente da empresa de petróleo venezuelana PDVSA Rafael Ramírez disse que a empresa não tem “nenhum vínculo com Antonini”. Apesar das fortes reclamações do presidente argentino Nestor Kirchner e enquanto Hugo Chávez mantém o silêncio, os funcionários do seu governo insistem em manter a distância do escândalo pela entrada ilegal na Argentina dos quase $800.000 que carregava na pasta Alejandro Antonini Wilson, o empresário venezuelano cuja prisão internacional foi pedida hoje por uma procuradora argentina. Desde que começou o escândalo o governo argentino tem exigido de Chá vez que demita o Vice-Presidente da PDVSA Diego Uzcategui Matheus, pai de Daniel Uzcategui Speech, que viajava no avião que aterrissou em Aeroparque no início do mês e que autorizou a subida a bordo de Antonini. Nesse vôo charter também estavam funcionários argentinos, entre eles o já demitido diretor de um Órgão de Concessão de Estradas, que era braço direito do ministro do planejamento argentino Julio de Vido, homem forte do governo Kirchner e real articulador das relações com a Venezuela. O Presidente da PDVSA e Ministro da Energia da Venezuela, afirma que o episódio da maleta é parte de um plano orquestrado pela oposição para ofuscar o êxito da política exterior e da política energética de Chávez.
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